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COMUNICADO À IMPRENSA
Teresa Salgueiro deseja comunicar:
Teresa Salgueiro e o grupo Madredeus, representado por Pedro Ayres de Magalhães, decidiram, por mútuo acordo, que:
1. Perante as constantes solicitações para continuar a desenvolver os projectos artísticos já iniciados por Teresa Salgueiro – La Serena, Você e Eu e outros – foi entendido, por ambas as partes, que não seria possível para Teresa Salgueiro manter a disponibilidade exclusiva e necessária ao funcionamento do Madredeus, como aconteceu ao longo de vinte e um anos;
2. Tal facto não prejudicará uma eventual colaboração de Teresa Salgueiro com o grupo Madredeus, se isso for tido como conveniente.
Teresa Salgueiro deseja expressar publicamente o orgulho que sente em ter sido a voz do notável empreendimento que foi a viagem do Madredeus por todo o mundo e está disponível para acarinhar os futuros projectos do grupo.
28 de Novembro de 2007
Teresa Salgueiro abandona Madredeus mas recusa falar no fim do grupo
Lusa/Público, 28 de Novembro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro decidiu sair dos Madredeus para se dedicar aos seus projectos a solo, mas mantém-se disponível para colaborações futuras com o grupo português, afirmou hoje a cantora à agência Lusa.
"Foi uma decisão ponderada e tomada em mútuo acordo com o grupo", sublinhou Teresa Salgueiro, recusando falar no fim do projecto, surgido há 22 anos e que se afirmou como um dos mais importantes da música portuguesa.
"A partir deste momento todas as decisões sobre o grupo são do Pedro [Ayres Magalhães], mas de futuro mantenho-me ao dispor para eventualmente cantar, dentro da minha disponibilidade e da conveniência do grupo", assinalou.
Teresa Salgueiro decide sair por não ter disponiblidade para se dedicar a tempo inteiro aos Madredeus, quando está envolvida em três projectos diferentes.
"Os Madredeus são independentes e exigiam uma grande entrega e disponilidadade que hoje não posso dar", disse.
Teresa Salgueiro anuncia a sua saída dos Madredeus numa altura em que intensifica a sua agenda de concertos de promoção dos dois álbuns que editou em nome próprio, "Você e Eu" e "La Serena".
Além destes dois projectos, Teresa Salgueiro é ainda uma das solistas do álbum "Silence, Night and Dreams", do compositor polaco Zbigniew Preisner, e integra o elenco do concerto de apresentação ao vivo, domingo, no Barbican Center Hall, em Londres, com a participação da Orquestra Sinfónica de Londres.
Este anúncio de Teresa Salgueiro surge também no final de um ano sabático, que os Madredeus iniciaram em 2006.
Em Outubro do ano passado, Pedro Ayres Magalhães, fundador e principal compositor dos Madredeus, anunciou que o grupo iria parar por um ano "para pensar e reorganizar" as suas actuações.
Na altura, o músico garantia que o grupo não iria acabar, mas apenas reduzir o ritmo de actuações e edições discográficas que mantinha desde os anos 1990.
Apesar da saída dos Madredeus, Teresa Salgueiro diz que ficará "sempre ligada" ao grupo que a deu a conhecer nos anos 1980.
"Estou muito grata ao grupo por ter participado nesta extraordinária aventura que foram os Madredeus", sublinhou.
Teresa Salgueiro, 38 anos, entrou para os Madredeus em 1986, com apenas 17 anos, depois de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes a terem ouvido cantar em Lisboa.
Integrou imediatamente os Madredeus, um projecto de Pedro Ayres Magalhães no qual participavam aqueles dois músicos, assim como o violoncelista Francisco Ribeiro, e que partia da recuperação da música popular portuguesa.
Com um timbre invulgar e cristalino, Teresa Salgueiro foi, durante duas décadas, a referência musical do grupo, já que as músicas eram compostas em função da sua voz.
Os Madredeus venderam cerca de três milhões de discos em todo o mundo e foram um dos raros casos na música portuguesa em que uma banda teve sucesso internacional constante ao longo de vários anos.
Deixam álbuns como "Os dias da Madredeus", o registo de estreia que completa 20 anos em 2007, "O espírito da paz" (1994), "Movimento" (2001) e "Um Amor Infinito" (2004).
Teresa Salgueiro edita em disco "La Serena" com Lusitânia Ensemble
Lusa/Sol, 9 de Outubro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro edita no dia 22 o álbum La Serena em parceria com o Lusitânia Ensemble, uma colaboração em disco que surge alguns meses depois da estreia ao vivo do espectáculo com o mesmo nome.
Em La Serena, Teresa Salgueiro recria e reinterpreta temas escolhidos de um repertório afectivo, que vai da música popular brasileira ao fado e da canção francesa ao cancioneiro sefardita.
Em Fevereiro, quando experimentou estas canções ao vivo, Teresa Salgueiro explicou à agência Lusa que «a ideia era criar um concerto multilingue, que permitisse cumprir o sonho de cantar outro repertório de canções».
Os 19 temas que compõem La Serena, entre os quais Estranha forma de vida (Amália Rodrigues/ Alfredo Duarte), Velha Tendinha (Raul Ferrão), Unforgettable (Irvin Gordon) ou Leãozinho (Caetano Veloso), têm arranjos de Jorge Varrecoso para cordas, piano e percussão.
O álbum foi gravado em San Sebastian, Espanha, entre Maio e Junho deste ano e conta com produção de Pedro Ayres Magalhães, parceiro de Teresa Salgueiro nos Madredeus.
A ideia de La Serena surgiu no Verão do ano passado em plena digressão dos Madredeus, com Teresa Salgueiro a convidar Jorge Varrecoso, do Quinteto Lusitânia, a fazer novas versões de temas por si escolhidos para violino, piano e percussão.
Assim nasceu o Lusitânia Ensemble, um projecto musical para a voz de Teresa Salgueiro, que tem como elo de ligação a história de uma sereia (La Serena) que encanta marinheiros com canções de várias latitudes.
Nessa viagem da sereia pelo mar, Teresa Salgueiro passa ainda por Amanhã, do Duo Ouro Negro, Mar Azul, interpretado por Cesária Évora, ou La vie en rose, de Edith Piaf.
Este será o segundo registo que Teresa Salgueiro editará este ano, depois do álbum a solo Você e Eu, com temas da música popular brasileira e da bossa nova.
O Lusitânia Ensemble é formado por Jorge Varrecoso (violino), António Figueiredo (violino), Ventzislav Grigorov (viola), Luís Clode (violoncelo), Duncan Fox (contrabaixo e piano), Ruça Rebordão (percussão) e Jorge Almeida (trompete e flughel horn).
Teresa Salgueiro lança novo disco a 22 de Outubro
Diário Digital, 5 de Outubro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro vai lançar «La Serena» a 22 de Outubro. O disco foi gravado ao lado do Lusitânia Ensemble e a edição é da Farol.
Ao todo, são dezanove versões de nomes como Fausto, Caetano Veloso, Amália Rodrigues e Cesária Évora. Este é o alinhamento:
01.La Serena - Tradicional em Ladino – Cancioneiro Sefardita
02. Velha Tendinha - José Galhardo / Raul Ferrão
03. O Namoro - Viriato Cruz / Fausto
04. Leãozinho - Caetano Veloso
05. Vuelvo Al Sur - Fernando E.Solaman / Astor Piazzola
06. La Vie En Rose - Edith Piaff / Louis Guglielmi
07. Lá Vai Lisboa - Raul Ferrão (intrumental)
08. Nome de Rua - David Mourão Ferreira / Alan Oulmain
09. Amanhã - Raul Indipwo / Milo Macmahon
10. Se Todos Fossem Iguais a Você - Vinicius de Moraes / António Carlos Jobim
11. Caruso - Lúcio Dalla
12. Paloma Negra - José Alfredo Ménez / Tomás Méndez Sosa
13. Velha Infância - Arnaldo Antunes / Carlinhos Brown / Marisa Monte
14. Mar Azul - Cesária Évora / B’leza
15. Estranha Forma de Vida - Amália Rodrigues / Alfredo Duarte
16. A Casa da Mariquinhas - Alberto Janes (Instrumental)
17. Avec le Temps - Léo Ferré
18. Unforgettable - Irving Gordon
19. Somewhere Over The Rainbow - Harold Arlen (Instrumental)
Teresa Salgueiro actua hoje em Atenas
Diário Digital / Lusa, 4 de Setembro de 2007.... Lisboa, Portugal
A cantora Teresa Salgueiro, dos Madredeus, actua hoje em Atenas, na estreia de uma obra do compositor polaco Zbigniew Preisner para orquestra, coro e solistas, que será editada em disco em Outubro, informou a editora EMI Portugal.
Sob a direcção de Preisner, a obra, «Silence, Night and Dreams», será interpretada por Teresa Salgueiro e por Thomas Cully, acompanhados pela Orquestra de Música Contemporânea da rádio e televisão públicas da Grécia, pelo Coro da Universidade de Atenas e por instrumentistas de grupos oriundos da Polónia, Suécia e Reino Unido.
O palco é o do Odeon de Herodes Atticus - Acrópole, em Atenas, e, segundo informações do site oficial do compositor polaco, a obra voltará a ser apresentada a 02 de Dezembro no Barbican Center Hall, em Londres, com a participação da Orquestra Sinfónica de Londres.
Teresa Salgueiro gravou como solista a obra de Preisner, «Silence, Night and Dreams», que sairá em disco em Outubro, na etiqueta EMi Classics.
Interpretada em inglês e em latim, a obra cita textos bíblicos do Livro de Job e do Evangelho segundo São Mateus, assim como escritos do Papa João Paulo II e do poeta polaco Zbigniew Herbert.
A letra do tema que dá nome ao álbum e o prefácio do disco são assinados pelo político e argumentista de cinema Krzysztof Piesiewicz, o mesmo que, com Priesner, colaborou com o realizador polaco Krzystof Kieslovski.
De acordo com a EMI Classics, Preisner terá composto «Silence, Nihht and Dreams» a pensar na voz «pura e limpa e sem vibrato» de Teresa Salgueiro, que abraça mais um projecto a solo diferente do que tem vindo a fazer com os Madredeus.
Zbigniew Preisner, 52 anos, é conhecido sobretudo pela estreita colaboração com o realizador polaco Krzystof Kieslovski, tendo assinado a banda sonora dos seus mais relevantes filmes, como a trilogia «Azul», «Branco», «Vermelho» e «A Dupla Vida de Veronique», com os quais vendeu mais de dois milhões de cópias em todo o mundo e foi premiado em festivais de cinema.
Teresa Salgueiro cantou sons do Brasil
Póvoa Semanário, 1 de Agosto de 2007.... Póvoa de Varzim, Portugal
Concerto nos jardins da Biblioteca Municipal recordou músicas de vários autores brasileiros e serviu de apresentação do novo álbum intitulado ‘Você e Eu’. Teresa Salgueiro voltou a encantar os poveiros num regresso “à cidade maravilhosa” da Póvoa de Varzim.
Conhecida como a voz dos ‘Madredeus’, Teresa Salgueiro apresentou, na noite de quinta-feira, ao longo de um espectáculo realizado nos jardins da Biblioteca Municipal, o seu segundo trabalho a solo e desenvolvido com o Septeto João Cristal.
Ao longo de uma viagem pelos clássicos da música popular brasileira e da Bossa Nova, o espectáculo ‘Você e Eu’ recordou músicas de Tom Jobim, Chico Buarque, Pixinguinha, Ary Barroso, Dorival Caymmi e Ismael Neto.
Durante o encontro mantido com os jornalistas e que antecedeu o espectáculo, Teresa Salgueiro abordou a essência deste novo projecto que "representa um desejo de há muitos anos e que tem como base um profundo interesse e admiração pelos autores que deram forma à Bossa Nova e à música popular brasileira". Uma ligação que "foi aprofundada pelas várias actuações dos ‘Madredeus’ no Brasil" – momentos aproveitados para desenvolver conhecimentos em torno dos circuitos musicais desse país, bem como espaços específicos para a apresentação de novos projectos. "Foi numa dessas incursões que me foi endereçado o convite para interpretar esses estilos brasileiros", deu conta Teresa Salgueiro, dando assim a conhecer a origem do projecto ‘Você e Eu’. "Foi também dessa forma que conheci o Septeto João Cristal, ao qual me juntei durante duas semanas gravando um disco que resulta de um vasto repertório, envolvendo canções da minha memória", acrescentou.
Esse foi, por isso, um "novo desafio" que se distingue claramente do conceito dos ‘Madredeus’, "apresentando canções originais portuguesas, traduzidas num caminho vocal totalmente diferente da música do Brasil cujo universo poético do amor e da saudade me cativa e do qual me sinto muito próxima", reconheceu a cantora portuguesa. "É uma música muito rica e sofisticada, mas ao mesmo tempo muito natural, vivida de uma forma intensa e que dá outra expressão e elasticidade ao idioma português, o que se torna verdadeiramente delicioso", caracterizou.
Nesse contexto, Teresa Salgueiro considera que este disco, que tem representados autores que fizeram um percurso entre as décadas de 30 e 70, "faz muito sentido porque conta um período da música brasileira até à Bossa Nova e a Chico Buarque, valorizando as coisas pequenas mas que fazem as vidas valerem, de facto, a pena".
À margem do concerto e do novo disco, a Póvoa de Varzim mereceu o elogio de Teresa Salgueiro, apaixonada pelo retrato do mar e das suas gentes. "É uma cidade maravilhosa, próxima do mar e com uma praia imensa e que me encanta também pela sua tradição ligada à pesca e aos pescadores, algo que faz parte da cultura portuguesa mas que infelizmente se está a perder", disse em ponto final. por Miguel Pinto
"Preisner chose Teresa Salgueiro"
Emi Classics, Julho de 2007.... Londres, Reino Unido
"As the success of his film scores shows, Zbigniew Preisner knows exactly how to compose effective and immediately impressive music with an acute sense of timing."
Gramophone
Zbigniew Preisner, the composer of award-winning scores to films by Krzystof Kieslowski, Louis Malle, Agnieszka Holland and many others, has completed his latest orchestral project. Silence, Night and Dreams for orchestra, choir and soloists. The score incorporates texts from the Book of Job and the Gospel According to St. Matthew, and has a Preface by the Polish lawyer, screenwriter and politician Krzysztof Piesiewicz. The performers are the Aukso Chamber Orchestra of Tychy, under the baton of Marek Moš, Camerata Silesia, boy soprano Thomas Cully (from Libera) and Teresa Salgueiro, star singer of the Portuguese hit group Madredeus.
Without the constraints of a filmmaker's plot or screenplay, Preisner was able to create Silence, Night and Dreams on a clean canvas. The result is an atmospheric and spiritual piece, filled with soothing strings, gentle electronic effects and a pure and beautiful voice.
Preisner's inspiration was his concern at people today becoming alienated from one another, the result of technological 'advances' that paradoxically dissuade us from interaction and introspection. "Not long ago," he says, "we were reading by the light of oil lamps. Now we divide our attention between the TV, our computer screens and our mobile phones. But the huge technological leap wasn't supported by any philosophical or psychological thought, nor by any great art. People have forgotten their souls - they haven't time or space to devote to them."
Preisner, for whom silence, night and dreams are all important elements of his life and art, sees a parallel in the story of Job, whose words have "stood the test of time."
The orchestration of Silence, Night and Dreams combines elements of classical and "completely contemporary electronic" music. In addition to the orchestra and choir, the score calls for piano, electric cello and bass, vibraphone, Hammond Organ, glass harmonica, recorder, guitar and voice.
For the singer, Preisner chose Teresa Salgueiro: "She has a very pure, fantastic voice, very high, very clinging, very clear - and there is no vibrato." The texts in Silence, Night and Dreams are sung in English and Latin.
Teresa Salgueiro is a largely self-taught vocalist whose musical influences include fado, Brazilian music generally and international pop/rock. In 1986, she was instrumental in the formation of Madredeus, which took off with the surge of interest in world music. Madredeus has performed in many of the world's major concert halls, including the Olympia and Le Theatre de la Ville in Paris, the Palau de la Musica in Barcelona, the Alte Oper in Frankfurt, the Barbican in London and the Bunkamura in Tokyo.
In the early 1990s, Salgueiro became interested in classical music and studied at the Lisbon Conservatory. In 2006 EMI released her first solo album, Obrigado, and, in 2007, Voce e Eu. Of Silence, Night and Dreams, Salgueiro said, "When Zbigniew sent me the preliminary versions of the recordings, I knew that I was going to be working with an unusually intelligent composer who wrote music with me and my voice in mind. I discovered that the spiritual character of his works, which is rare in this day and age, gives me wings."
Zbigniew Preisner's film scores have won him the Silver Bear (Berlin Film Festival), two Césars (French Film Academy) and three consecutive citations as the year's "most outstanding composer of film music" from the Los Angeles Critics Association.
In addition to his extensive film work, Preisner composed the title music for People's Century, a 26-part co-production of BBC TV and WGBH-Boston, that documents the history of the 20th century. As well as the U.K. and the U.S., the series has been aired in over 30 countries. Other Preisner compositions include Requiem for my Friend, a large-scale work dedicated to the memory of Krzysztof Kieslowski, and 10 Easy Pieces for Piano.
Del Tajo a La Plata
El Pais, 23 de Julho de 2007.... Madrid, Espanha
Teresa Salgueiro canta Brasil. Hay quien opina que a la portuguesa le falta algo de soltura para el repertorio brasileño; más numerosos son los que piensan que la cantante se defiende razonablemente bien en el refinado cancionero de bossa nova. Ni el público ni la crítica de Brasil le han puesto reparos a su disco. La voz cristalina y etérea de Madredeus recorrió todas las canciones de Você e eu. Y lo que comenzó como un desafío en el año sabático del popular grupo lisboeta se ha convertido para ella en una realidad gozosa. Al final, andaba dando saltos y abrazándose con todos. Está feliz, y no lo esconde, con sus nuevos músicos.
Teresa se defiende mucho mejor en los clásicos de corte camerístico de Antonio Carlos Jobim con letras de Vinicius de Moraes o en ese abolerado Risque, de Ary Barroso, que cuando se tiene que enfrentar a la sensualidad bahiana del patriarca Caymmi. Todavía se hace extraño verla sobre un escenario sin sus compañeros de Madredeus. A ella, lo de tener detrás una batería y un contrabajo, y a su lado piano, clarinete y vocalistas, ya empieza a resultarle familiar.
Para esta decimosexta edición del Festival Pirineos Sur, el hilo conductor son los grandes ríos del mundo. Y el Tajo y el Río de la Plata fueron protagonistas del fin de semana. También el frío. Pese a llevar nombre inglés, y cantar en ese idioma, The Gift son portugueses. Una banda de culto con un directo contundente, que practica pop-rock electrónico elaborado con mimo. Una música sin señas de identidad -son portugueses como podrían ser lapones- que tiene en la voz masculina de Sónia Tavares su principal haber.
En Montevideo, el Río de la Plata, ancho y con olas, ya es casi mar. "Gracias por afrontar el rigor climático de la montaña", dijo Jorge Drexler, que no pareció sentirse a gusto hasta los bises. Su intento de hacer entrar en calor al público a costa de alterar el guión acabó creando cierta confusión. Pero el montevideano demostró que es un extraordinario trovador contemporáneo: un tipo que sabe interiorizar todo el caudal de información musical y poética y expresarlo luego de un modo único, desde un espléndido trabajo sonoro. Hay que leerle entre líneas porque toda la paleta anímica vital se dibuja en sus composiciones. Como dice su canción, La vida es más compleja de lo que parece. por Carlos Galilea
Teresa Salgueiro se vuelve brasileña
El Mundo, 23 de Julho de 2007.... Madrid, Espanha
La cantante rompió una fresca noche del mes de julio con la calidez de la 'bossa nova'. Teresa Salgueiro en su actuación del viernes en el Festival Pirineos Sur.
La voz pura de la cantante de Madredeus se ha independizado por una temporada del grupo en el que ha crecido y ha cambiado su residencia lisboeta por "un viaje por la música de Brasil". De Río a Salvador de Bahía. De los años 30 hasta los 70 del siglo pasado.
Teresa Salgueiro, acompañada por el septeto de Joao Cristal, ha traído su nuevo rumbo al madrileño cuartel del Conde Duque, donde este sábado rompió una fresca noche del mes de julio con la calidez de la 'bossa nova' y las letras de Vinicius de Moraes, Chico Buarque o Jobim. Ofreció los temas de ‘Você e Eu’ (EMI), su último disco en solitario que empezó a dar vueltas, hace más de 15 años, cuando Madredeus actuó por primera vez en tierras brasileñas.
El logro, el de hacer olvidar que la chaqueta no debía haberse quedado en casa, quedó patente por un público que aplaudió, bailó y, en algunos casos, aprovechó las gradas metálicas para patalear y hacer demasiado ruido. Un contraste como de blanco sobre negro con la elegancia y los exquisitos modales de la portuguesa.
Salió al escenario envuelta en un larguísimo vestido de seda, el pelo recogido y un timbre más suave incluso que la propia tela. La levedad no se debía desde luego a la potencia de voz, sino a la virtud de arrullar, de transmitir bienestar a los que la escucharon durante la hora y media que duró el recital.
Rompiendo prejuicios
La nostalgia, la eterna tristeza que se atribuye al país vecino se quedó allí, en Portugal. Salgueiro demostró que los juicios previos están para romperlos.
También le ayudó, y de qué manera, un acompañamiento propio de otros tiempos. Dos cálidas voces femeninas y, sobre todo, un piano, un saxo, un clarinete, una guitarra, una batería, un violoncelo, un contrabajo... un lujo superlativo cuando parece que los instrumentos de siempre pueden sustituirse con una mesa de mezclas.
Antes, para preparar el escenario y con la intención de transportar a los montes de Euskadi, actuó la cantante vasca Maddi Oihenart, que con su 'Hari biru' demostró que el euskera también puede acercarse al jazz y a la música melódica.
Lástima que parte del público desconociese que ella actuaba, ya que no aparecía ni en el programa de 'Los veranos de la villa' ni en la entrada del espectáculo, y ante las ganas de escuchar a Teresa Salgueiro no supieron apreciarla. No lo merecía. por Virginia Hernández
Miradas al Atlántico
Diário del Alto Aragón, 22 de Julho de 2007.... Lanuza, Espanha
Teresa Salgueiro y The Gift ofrecieron dos perspectivas de la música portuguesa en el Auditorio de Lanuza
La música de Portugal suele ser sutil, melancólica, delicada, melódica, refinada. De hecho, resulta difícil encontrar en la música portuguesa ejemplos de chabacanería y charlotada como los que tanto abundan en la música española. Incluso los grupos del punk luso tenían su punto elegante.
Pues bien, las dos propuestas de la noche dedicada al Tajo por el festival Pirineos Sur respondían perfectamente a la imagen que tenemos de la música portuguesa. Sin embargo, resulta difícil encandilar al público cuando éste debe protegerse del recio frío de la noche pirenaica. La mala suerte parece perseguir a Teresa Salgueiro en Pirineos Sur, ya que cuando hace dos años actuó con Madredeus, también lo hizo en medio de una noche gélida y desapacible. Aún así, y dado que el público del festival está ya acostumbrado a todo tipo de inclemencias, la gente aguantó estoicamente y supo apreciar el intimismo y la sutileza de las dos propuestas de la noche, muy distintas entre sí porque responden a los dos polos de atracción de los artistas lusos. Cuando la música portuguesa no se mira a si misma y se hunde en la melancolía del fado, vuelve siempre su mirada al Atlántico en dos direcciones opuestas: o bien hacia Brasil, por motivos históricos obvios, o bien hacia el Reino Unido haciendo gala de su conocida anglofilia.
Abrió la velada Teresa Salgueiro, la reconocible voz de Madredeus, que venía a presentar única y exclusivamente su reciente disco en solitario, “Você e Eu”, su peculiar aproximación al exuberante y rico legado de la música brasileña, a la que aporta un cierto deje fadista. Pero dejando claro que la voz de la Salgueiro es única y excepcional, hay que reconocer que luce mucho más cuando se zambulle en la saudade del fado y en esa música tan refinada que elabora Madredeus. Para afrontar los clásicos de la música brasileña hacen falta una sensualidad y una calidez que, ¡ay!, Teresa Salgueiro no posee. Y no le ayudó mucho precisamente el soporte instrumental del Septeto del pianista Joao Cristal, formado por unos músicos excelentes, curtidos en el jazz, pero que aportaron una visión demasiado académica, encorsetada y convencional.
Así las cosas, su actuación fue de una gran delicadeza y exquisitez, pero le faltó algo de pasión sensual. La noche comenzó con el bellísimo “Wave” de António Carlos Jobim, y fue discurriendo después entre clásicos de Ary Barroso, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes, Pixinguinha o Chico Buarque, con algunos puntos álgidos que coincidieron con los temas más reconocibles para el público como el inmortal “A felicidade” de Vinicius y Jobim, “Corcobado” de Jobim, la “Samba do Orfeu” de Luiz Bonfá o la popular “A banda” de Chico Buarque, que sirvió para cerrar la actuación, antes de que Teresa Salgueiro, vestida como una gran dama de la canción, de manera muy elegante, volviera al escenario para rubricar la noche con el delicado “Modinha” y con “Se todos fossem iguais a você”, dos temas de Vinicius y Jobim. No hubo ni una sola concesión al repertorio de Madredeus, pero es algo que finalmente no pareció importar demasiado a un público entre embelesado y aterido. por Jesús Alarcón
Acentos brasileños...
El Periódico de Aragón, 22 de Julho de 2007.... Huesca, Espanha
Noche lusófona en Pirineos Sur con el río Tajo (el Tejo, dicho en portugués) como metáfora musical. En el programa, Teresa Salgueiro, cantante de Madredeus, y el grupo The Gift. La primera puso el acento en la música brasileña; el segundo, en un rock que bebe tanto de los hallazgos de Björk y Radiohead como de la música negra, la comedia musical y la electrónica ochentera.
Salgueiro, aprovechando el año sabático de Madredeus, ha grabado un disco en solitario, Vocˆ e Eu, con el septeto del pianista Joao Cristal, en el que revisa grandes piezas del repertorio brasileño, firmadas por António Carlos Jobim, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Vinicius de Moraes, Pixinguinha y Chico Buarque, entre otros. Canciones, para que se hagan una idea, tan populares como Samba de Orfeu, Insensatez, Lamento, Risque, A Felicidade, Valsinha y A Banda, por citar sólo unas cuantas. Pues bien, con ese material (y con el Septeto) se presentó Teresa Salgueiro en el Auditorio Natural de Lanuza. La noche estaba fría, pero los ánimos de los espectadores se revelaron caldeados.
Salgueiro es, se sabe, una cantante espléndida, aunque aficionada a meterse en ocasiones en harinas en las que no se maneja con soltura. Intérprete más cercana a la cámara que a la calle, aborda lo brasileño una severidad que casa mal con la cadencia de unas composiciones cuyo pulso requiere otro tono y otra actitud.
Salvando todas las distancias salvables, lo suyo con este proyecto se asemeja mucho a lo de esas divas de la ópera que se lanzan de cabeza al pop con resultados acartonados. El rigor de Teresa Salgueiro con la música brasileño no merece el calificativo de mortis, pero priva a un excelente repertorio de la chispa y el nervio que destila en su estado natural.
Por otra parte, los arreglos de las canciones, facturados por Joao Cristal y el septeto en directo en una línea jazz excesivamente estándar, tampoco contribuyen al esplendor de la revisión.
The Gift, por su parte, resolvió con fortuna un cancionero armado con lo más florido de su producción y alguna pieza nueva. La voz negroide y rasposa de Sónia Tavares, su cantante, ejerce de singular contrapunto en una propuesta que juega en varios frentes sonoros, con el rock y la electrónica como mascarones de proa.
La banda mostró con energía las dos caras que dan forma a su imaginario sonoro: una melódica y otra bailable. En ocasiones la oferta de The Gift, trufada de no pocas citas sonoras, acusa cierta redundancia; pero en conjunto funciona y convence.
Teresa Salgueiro & Septeto de João Cristal
La República Cultural, 20 de Julho de 2007.... Huesca, Espanha
Está feliz, inmensamente feliz con Você e eu. Se lo preguntaban en muchas entrevistas. Cada vez más a menudo: ¿para cuándo un disco de Teresa Salgueiro?. Ya había uno con su nombre en la portada, pero no podía considerarse realmente un disco suyo: Obrigado recogía dúos grabados, entre 1990 y 2005, con artistas como José Carreras, Caetano Veloso o Angelo Branduardi.
Ahora sí. La voz mágica de Madredeus ha grabado su primer disco. Y Teresa canta Brasil. Un proyecto con el visto bueno de Pedro Ayres Magalhães, líder del original grupo lisboeta, y alentado por Roberto Bruzadin, productor de la espectacular Banda Mantiqueira, que le lanzó el desafío a Teresa tras haberla oído cantar algunas canciones brasileñas entre amigos.
Desde pequeña le ha gustado oír el sonido de la lengua portuguesa en el caudal inagotable de la música brasileña. Você e eu reúne unas cuantas de esas canciones de melodías y armonías refinadas, y con palabras que a Teresa Salgueiro le encantan tanto por el poder de sus imágenes como por la forma de evocar, con una sencillez próxima al lenguaje popular, la poesía de la saudade y el amor.
“A pesar de que siempre los he vivido intensamente, desde que comencé a cantar en Madredeus mi amor por el canto y la música se convirtieron en mi pasión más grande, porque la música de Madredeus no es fado, no es música popular, no responde a una definición que la reduzca. Es una pasión muy grande, es una música que está muy cerca de las emociones verdaderas, del pensamiento de las personas". Son palabras de la voz de Teresa Salgueiro que resumen una de las razones del resultado que su trayectoria muestra.
Teresa Salgueiro (Amadora, 8 de enero de 1969) ha estado unida al grupo Madredeus desde 1987 hasta este momento, en el que el grupo reduce su actividad en todo el mundo, y en el que Teresa nos ofrece su trabajo en solitario. Teresa es conocida como una de las mejores cantantes contemporáneas. También ha cantado en álbumes de Carlos Núñez y António Chainho. Después de su trayectoria con el grupo Madredeus, Teresa nos presenta un espectáculo sublime: La Serena, junto con el quintento de cuerdas Ensemble Lusitania de Lisboa.
A partir del verano de 2007, veremos su nuevo espectáculo en directo, esta vez junto al Septeto de João Cristal, interpretando los temas de su disco Você e eu, recientemente publicado, en el que nos presenta su acariciante visión de la música brasileña.
A Teresa siempre le gustó cantar. Desde niña. Cuando tenía 16 años o 17 años salía con sus amigas por el Barrio Alto de Lisboa y lo hacía a capella en un bar. Allí la descubrieron Pedro Ayres Magalhães y Rodrigo Leão que andaban en busca de una voz femenina para un grupo que bautizaron con el nombre de Madredeus. El resto es historia. Aunque no todos conocen que la escogieron a ella, y no a otra, por la alegría con la que cantaba. Como una niña que canta y es feliz. Ahora más que nunca.
Teresa Salgueiro - Una Voz Purificadora
Milenio, 9 de Julho de 2007.... Cidade do México, México
Recién apareció Voce e eu (2007), con el septeto de Joao Cristal. También realizó La Serena (La Sirena) espectáculo como con el quinteto de cuerdas Ensemble Lusitania de Lisboa, un recorrido por la música de diversas partes del mundo.
Cuando se habla de músicos revolucionarios, en lo que se piensa es en gente como Mozart, Beethoven, Schöenberg, Los Beatles y Frank Zappa, que crearon un estilo a partir de innovaciones formales. Pero asimismo hay músicos cuya revolución surge de algo menos intelectual, pero igualmente profundo como es el sentimiento humano. Ése es caso del grupo portugués Madredeus. Su aparición en el medio musical llegó como un baño de agua lustral, es decir, purificó el ambiente.
El éxito del grupo se debe en buena medida a la mágica presencia de su cantante Teresa Salgueiro. Wim Wenders, en su película Historia de Lisboa, fue una especie de evangelista que ayudó a que la música del grupo se impusiera en el mundo. ¿Quién no se enamoró de Teresinha en esas epifánicas escenas cuando el protagonista se acerca a escuchar al grupo (para la trivia: ¿cuál rola era la que estaban cantando?) o cuando se le encuentra bajando una escalera en un barrio lisboeta?
La fama de Madredeus y su sonido se cimentan en sus cinco primeros discos: Os dias de Madredeus (1987), Existir (1990), Lisboa (1992), O espíritu da paz (1994) y Ainda (1995), el soundtrack de la película de Wenders. En los álbumes que vienen continua el encanto, aunque nunca superaron la primera impresión. La cima del sonido Madradeus, es O espíritu da paz, por la concentración y fuerza de sus piezas y para su segunda sobresale Electrónico, el cual rompió con el sonido clásico del grupo.
Después de todo este tiempo, queda claro que la música de Madredeus está llena de saudade y refinamiento, pero se encuentra alejada del fado: “A pesar de que siempre los he vivido intensamente, desde que comencé a cantar en Madredeus mi amor por el canto y la música se convirtieron en mi pasión más grande, porque la música de Madredeus no es fado, no es música popular, no responde a una definición que la reduzca. Es una pasión muy grande, es una música que está muy cerca de las emociones verdaderas, del pensamiento de las personas”, ha declarado la cantante.
Obrigado (EMI, 2005), su debut como solista, es un disco básicamente de duetos; destacan los que hace con el italiano Angelo Branduardi, afín espiritual y musicalmente a Madredeus, con Caetano Veloso, Carlos Nuñez, José Carreras y Jah Wobble. Obrigado, como los discos de Madredeus, tiene un sonido controlado y sutil, salvo en “Pregao Mocárabe Mix”, que forma parte de O espíritu da paz, y en donde, además de Jah Wobble, participan también Madredeus y Baluji Shrivastav tocando sitar y tablas.
Acompañada por el septeto de Joao Cristal, en Voce e eu (EMI, 2007) Teresa Salgueiro deja a un lado su aire giocondesco y se suelta, hasta donde se lo puede permitir una dama de su tipo, el chongo. Su luminosa presencia inunda la portada y hasta podemos decir que se ve sexy. La música del álbum es bossa-samba jazz a la portuguesa y con él se pone al nivel de Astrud Gilberto, Elis Regina, Gal Costa, María Bethania y todas las grandes cantantes brasileñas. Dos canciones de Antonio Carlos Jobim definen el contenido de Voce e eu: “Meditación” e “Insensatez” y de ahí, arriba y arriba. Un disco para domingo en la mañana y quitar el estrés. En Voce e eu, a diferencia de Obrigado, desaparece la sombra de Madredeus.
Y mientras no aparezca material nuevo, El DVD Mar Madredeus Ballet (2006) parece ser el testamento musical en imagen del grupo. Se trata de coreografías para 19 canciones de la banda, básicamente de la segunda etapa, salvo “O mar” de Espíritu da paz, montadas por el coreógrafo Benvindo Fonseca para el Lisboa Ballet Contemporáneo. Musicalmente el DVD resulta impecable, no así la filmación en la que predominan las tomas cerradas. El grupo luce, pero no los bailarines. Pero bueno, esto es solamente una opinión, ya que a los fanáticos acendrados de Madradeus, esto es lo menos importante.
Teresa Salgueiro - "Lisboa é uma cidade cheia de murmúrios do passado"
Destak, 9 de Julho de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro, voz da cidade que as canções do Madredeus eternizaram, amante persistente dos pátios de bairro onde Lisboa ganha uma «certa impressão de aldeia», partilha percursos, visões e miragens. Moradora em perpétuo trânsito que sonha mudar a casa para outra rua.
Por onde anda, durante o dia?
Se estiver em tournée, a dormir. Quando estou em Lisboa tenho sempre muitas coisas para fazer. Geralmente, faço ginástica, vou para o estúdio ou para teatro (se tiver algum espectáculo), canto e volto a dormir.
Já cantou em 38 países e está habituada a muitas ruas. As de Lisboa são diferentes?
As ruas de Lisboa falam a minha língua e isso é suficiente para as tornar logo diferentes. E são sinuosas e têm becos e vielas e levam a largos e pátios que lhe dão uma certa impressão de aldeia.
Uma aldeia com muito trânsito e muitos carros...
Como nunca tirei a carta e não sei conduzir, não me enervo no trânsito. Quem leva a minha filha ao colégio é o pai, por isso eu estou livre até desse ritual diário.
Quando passeia, tem algum percurso de eleição?
Ah, adoro ir para a Baixa e para Alfama a pé! Mas a minha zona preferida é a da Sé, aquele pedaço da Igreja de Santo António: não sei explicar, não sei se tem a ver com o facto de ter sido erguida sobre a casa onde se diz que ele nasceu, mas há ali qualquer coisa, uma energia muito forte e boa, que vem da pedra. Acho que é um lugar mágico dentro da cidade.
Lisboa potencia sensações esotéricas?
Não sei se esotéricas, mas sem dúvida que estas sete colinas têm muita força. Lisboa é uma cidade luminosa, cheia de referências e murmúrios do passado. Digamos que sou viciada em consumir com ela todos os bocadinhos livres que me sobram para deambular.
De que ângulo Lisboa lhe parece uma cidade mais bonita?
Vista do ar, Lisboa é uma visão maravilhosa, seja na chegada, na partida, a que hora for. É um território abençoado. Até na luz que recebe: tem assim uma espécie de Primavera que lhe dura o ano inteiro.
O que é que uma casa tem de ter para aspirar a ser sua?
Um quintal! Para a minha filha poder ter um cão. Além do mais, acho que estar ao ar livre é a coisa melhor que há: poder estar em casa na rua. E isso eu não tenho. Tenho só uma varandinha, onde pus umas plantinhas, mas não tem nada a ver.
Mudar de casa é uma decisão para adiar ou para apressar?
É uma vontade muito antiga que o trabalho me obriga a adiar. Mas a verdade é que ainda não fiz nada para realizar esse sonho: morar numa Lisboa que me diga mais ao coração. Assim sendo, não me posso queixar, porque nem me coloquei à procura.
Traz alguma zona da cidade "debaixo de olho"?
Lisboa sempre me soou encantadora na Graça, na Bica, no Bairro Alto. É aí que, para mim, ela é uma cidade de verdade, próxima do que um lugar para morar deve ser. Mas também não me importava de morar em Belém.
Um bom momento em Lisboa é passado a...
... em casa, à volta da mesa, em família. O meu marido cozinha muito bem. Não somos de coisas muito elaboradas, mas gostamos de nos reencontrar à mesa. Ou na salinha onde tenho o meu piano e posso ensaiar ou organizar papeladas acumuladas entre viagens. por Margarida Caetano
Festival Pirineos Sur
Diário del Alto Aragón, 8 de Julho de 2007.... Huesca, Espanha
Teresa Salgueiro trae a Pirineos Sur su magia musical de amor y ‘saudade’
La cantante portuguesa ofrecerá en el festival canciones de su último disco, ‘Você e eu’
“Recuerdo el escenario, en un lugar muy bonito, con agua alrededor, y una noche preciosa, con el público vibrando con la música de Madredeus”. María Salgueiro guarda en la memoria su primera actuación en Pirineos Sur junto al famoso grupo portugués. Este año vuelve, y lo hace sin Madredeus, pero no estará sola en el escenario, ya que la acompaña el septeto brasileño liderado por Joao Cristal, con el que ha grabado su último disco, Você e eu. “La gira empezó en Lisboa, seguirá en España, Francia, Israel e Italia, en cerca de diez conciertos, y luego el grupo regresa a Brasil”, explica. Las primeras actuaciones con este disco fueron entre enero y abril en Sao Paulo. “El espectáculo que presentamos es un repertorio de veintidós canciones, que grabamos en enero y mayo del año pasado”. Son piezas escogidas del repertorio de la música popular brasileña y la bossa nova entre las décadas del 30 y el 70.
Salgueiro habla de evolución, que no de cambio, en su nueva aventura musical. “Es otro paso, en una dirección diversa, pero no distante en el sentido poético. La música está cantada en portugués, y su universo es también el del amor y la saudade. Cuando hablo de ‘dar otro paso’ es porque mi proximidad a la música de Brasil viene de mi juventud, pero la oportunidad tiene que ver con los viajes a Brasil con Madredeus y tantos años de giras en este país”.
El contacto hizo que Salgueiro se fuera empapando “de ese lenguaje musical que tanto admiro, la oportunidad de conocer a Joao Cristal y cantar estas canciones. Es una continuidad del viaje con Madredeus, porque es también en portugués, pero con otra musicalidad”. El idioma es el mismo, pero cambia el acento y sobre todo la libertad. “El portugués de Brasil está en cambio constante, inventan muchas palabras, y esto se conecta con la musicalidad del idioma. La libertad con que usan las palabras está muy ligada con la libertad con que usan la música”. por Sara Cita
La portuguesa Teresa Salgueiro abre el Festival Interncional Sete Sóis, Sete Luas
Agencia Efe, 5 de Julho de 2007 .... Madrid, Espanha
La voz del conocido grupo luso 'Madredeus', Teresa Salgueiro, abrirá mañana viernes en el Castillo de los Zúñiga de Cartaya, el XV Festival Internacional de Músicas del mediterráneo 'Sete Sóis, Sete Luas', con un concierto denominado 'Você e eu'.
Una vez más, desde el 6 al 14 de Julio, este Festival, con el apoyo del Ayuntamiento de Cartaya, presenta en Cartaya una programación que invita al diálogo e intercambio de experiencias entre distintas culturas.
Salgueiro ofrecerá un excepcional concierto, acompañada por un grupo de músicos brasileños, en el que su voz llevará a los asistentes en un viaje por una serie de canciones escogidas entre varias latitudes y épocas.
El Festival prosigue con la actuación de Olly & The Bollywood Orchestra, una banda que traslada hasta el universo del cine Bollywoodiano a través de un extraordinario y original espectáculo musical y visual, lleno de colores, imágenes y ritmos.
El desarrollo de la obra en terracota del escultor siciliano Eugénio Riotto, ocurre dentro del marco del Simpósio Sete Sóis Sete Luas.
Este Simposio cuenta con el objetivo de invitar artistas plásticos representativos de la diversidad cultural del Mediterráneo para que produzcan obras originales inspiradas en temas que caracterizan el Festival.
El día 13, el grupo La Gialletta sorprenderá con un concierto que constituye un excepcional dialogo de músicas mediterráneas, brindando el público con una comida pan-mediterránea preparada durante el concierto.
El día 14 Nancy Vieira pondrá el broche de oro a esta edición, con un espectáculo basado en «Segred» y en el vastísimo cancionero cabo-verdiano de mornas, coladeiras y otros géneros tradicionales.
La cantante de Madredeus vive año sabático 'lleno de experiencias musicales'
Agencia Efe , 17 de Maio de 2007 .... Madrid, Espanha
Tras anunciar el parón momentáneo de su grupo, Madredeus, la cantante portuguesa Teresa Salgueiro afronta un año lleno de proyectos, como el álbum 'Voce e Eu' y el espectáculo 'La Serena', que le harán visitar varias veces los escenarios españoles en los próximos meses.

'Este año sabático de Madredeus está siendo un momento muy feliz para mí, ya que me está dando la oportunidad de crecer a través del viaje por nuevos lenguajes musicales', asegura la cantante lusa a Efe acerca de su actual etapa como artista, al tiempo que aclara que en estos nuevos proyectos ha buscado 'abordar sólo canciones que encierren un recuerdo especial'.
Salgueiro se une al quinteto de cuerdas lisboeta Lusitania Ensemble en el espectáculo 'La Serena', un viaje por el mundo a través de sus melodías que mira a Portugal, Francia, Italia, México, Brasil y Africa en un recorrido por el espacio y el tiempo que presenta en directo en España a partir del próximo sábado, cuando inicie la primera de sus giras españolas en Lorca (Murcia).
'La Vie en Rose', 'A velha infancia', tema interpretado por Tribalistas, y 'Mar azul', de la caboverdiana Cesária Evora, también sonarán en la voz de Salgueiro junto a la formación fundada por Jorge Verrecoso en el Palau de la Música de Barcelona -24 de mayo-, Cuenca -25 de mayo- y el madrileño Teatro Albéniz, el próximo 6 de junio, dentro de la programación del festival MadridEnCanto.
La fusión de estilos es un 'proceso natural' para la cantante, en especial desde que descubrió 'el placer de colaborar con otras personalidades creativas'. Una oportunidad que le llegó 'gracias al éxito internacional cosechado por Madredeus', su formación desde hace más 20 años.
'Siempre he tenido claro que el grupo es mi prioridad, en él disfruto de algo tan maravilloso como es el hecho de interpretar canciones que han sido expresamente escritas para mi voz', explica.
Otro de sus inminentes proyectos, su segundo disco al margen de Madredeus titulado 'Voce e Eu' (EMI), saldrá a la venta en 17 países, entre ellos España, y cuenta con la colaboración del guitarrista Pedro Ayres Magalhaes, su compañero en la formación portuguesa.
El álbum permitió a Salgueiro viajar a Brasil y conocer al músico Joao Cristal y su orquesta, con los que rescata las que son para Salgueiro 'las canciones más relevantes de la música popular brasileña' y muestra la evolución del que es 'un país de música', desde los años 30 hasta llegar a la afamada 'Bossa nova'.
La reinterpretación de temas compuestos por Antonio Carlos Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Ary Barroso e Ismael Neto, entre otros, sirven para reivindicar en este disco 'la diversidad y fuerza creativa de Brasil, fuente permanente de inspiración', apunta.
El público español tendrá que esperar hasta el mes de julio para escuchar los clásicos cariocas interpretados por la portuguesa, en una gira de conciertos que comenzará el próximo 6 de julio en el Castillo de los Zúñiga, situado en Cartaia (Huelva).
El tour español hará parada el día 20 de julio en el festival especializado en músicas del mundo Pirineos Sur, celebrado en Lanuza (Huesca), para finalizar, un día más tarde, en Madrid en el patio del Conde Duque, dentro del festival Veranos de la Villa.
A Teresa Salgueiro sólo hay que algo le falta por hacer tras todas estas experiencias musicales, y no es otra cosa que 'llevarlas al directo, que es en el momento donde más se aprende de ellas. Algo que, por otro lado, es lo que da sentido al hecho de ser cantante', concluye la portuguesa.
Álbum a solo de Teresa Salgueiro já está à venda
Jornal da Madeira , 28 de Março de 2007.... Funchal, Portugal
É editado hoje no mercado nacional o álbum "Você e eu", o primeiro trabalho a solo de Teresa Salgueiro, vocalista dos Madredeus, que revisita o repertório da Música Popular Brasileira (MPB). De Pixinguinha a Dorival Caymmi, passando por António Carlos Jobim e Chico Buarque, Teresa Salgueiro escolheu canções de que sempre gostou, como confessou à agência Lusa. O álbum, editado pela EMI Music, abre com “Chovendo na Roseira” de António Carlos Jobim, primeira de 22 canções, sendo a última “A banda” de Chico Buarque.«A escolha das canções foi pela minha memória e a proximidade aos temas», explicou Teresa Salgueiro.
Teresa Salgueiro afirmou-se «fascinada pela música e a poesia brasileira, a forma como articulam palavras do dia-a-dia com a música, tendo essas palavras um sentido profundo». «Constroem a poesia com música, e falam de temas que me são próximos e familiares, nomeadamente de amor e saudade», disse a artista. Reconhecendo a «variedade de estilos» da MPB, Teresa Salgueiro afirmou que «gosta de vestir diferentes personagens. Foi um desafio encarnar diferentes personagens de diferentes épocas», acrescentou.
Acompanha a cantora portuguesa o Sexteto de João Cristal, cabendo a Pedro Ayres Magalhães, outro elemento dos Madredeus, a direcção e produção. Teresa apresentou já este trabalho, em Janeiro, no Golden Cross Jazz Club de São Paulo e «a reacção do público foi extraordinariamente boa», segundo contou.
Teresa Salgueiro com dois projectos ligados pelo mar
Diário Digital, 12 de Fevereiro de 2007.... Lisboa, Portugal
Em ano de pausa dos Madredeus, a cantora Teresa Salgueiro apresenta nos próximos meses dois novos projectos musicais, um espectáculo e um álbum a solo, em que o mar é o elemento de ligação.
Sexta-feira, Teresa Salgueiro estreia no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, o espectáculo «La Serena», no qual revisita canções portuguesas e estrangeiras na companhia do Ensemble Lusitânia.
«A ideia era criar um concerto multilingue, que me permitisse cumprir o sonho de cantar outro repertório de canções que sempre gostei», afirmou Teresa Salgueiro em entrevista à agência Lusa.
Em palco, Teresa Salgueiro revisita Tom Jobim, Caetano Veloso, Fausto, Edith Piaf, Cesária Évora ou o cancioneiro sefardita, entre cerca de vinte canções com arranjos de Jorge Varrecoso para cordas, piano e percussão.
«La Serena» surgiu no Verão do ano passado em plena digressão dos Madredeus, com Teresa Salgueiro a convidar Jorge Varrecoso, do Quinteto Lusitânia, a fazer novas versões de temas por si escolhidos para violino, piano e percussão.
Assim nasce o Ensemble Lusitânia, um projecto musical para a voz de Teresa Salgueiro, que tem como elo de ligação a história de uma sereia (La Serena) que encanta marinheiros com canções de várias latitudes.
Nessa viagem da sereia pelo mar, Teresa Salgueiro passa por «Estranha forma de vida», fado bailado de Alfredo Marceneiro com letra de Amália Rodrigues, «Amanhã», do Duo Ouro Negro, «Unforgettable», de Nat King Cole, ou «Leãozinho», de Caetano Veloso.
Teresa Salgueiro veste essa pele da sereia, num registo vocal e numa presença em palco diferentes das que lhe são conhecidas há mais de vinte anos nos Madredeus.
«Tenho o meu modo de estar em palco que me é confortável e que sempre vivi com os Madredeus, mas as canções deste repertório é que me levarão a estar de uma maneira ou de outra. Será uma aprendizagem», admitiu a intérprete de «Haja o que houver».
«Vou descobrir diferentes texturas da minha voz», sublinhou.
Com este espectáculo, cantado em português, francês, italiano e castelhano, Teresa Salgueiro quer «voltar a trilhar os caminhos onde os Madredeus foram tão bem acolhidos».
Depois da estreia em Sintra, o Ensemble Lusitânia tem, para já, agendados concertos na Croácia (24 de Fevereiro) e em França (8 de Março) e não descarta a hipótese de registar o repertório num álbum. Aproveitando a pausa sabática dos Madredeus, Teresa Salgueiro aproveitará ainda para lançar, em Abril, o álbum «Você e eu», com temas da música popular brasileira e da bossa nova.
Este será o primeiro álbum da cantora em nome próprio, depois de uma primeira experiência discográfica a solo em 2005, quando saiu a colectânea «Obrigada», que reúne duetos com vários artistas.
Teresa Salgueiro atravessou o Atlântico para gravar no Brasil, e com músicos brasileiros, nos meses de Janeiro e Maio de 2006, aproveitando uma passagem dos Madredeus por aquele país. «Você e Eu» recupera o título de um tema de Vinicius de Moraes, o primeiro que Teresa Salgueiro interpretou num palco. «Eu nunca disse que um dia ia gravar um álbum de bossa nova ou de música brasileira. Sozinha nunca o faria», garantiu Teresa Salgueiro, mas o desafio acabou por lhe ser feito no Brasil.
Para experimentar ao vivo as canções gravadas há um ano, Teresa Salgueiro actuou em Janeiro deste ano em São Paulo, em seis concertos esgotados com os músicos com quem esteve em estúdio, dirigidos pelo pianista João Cristal.
Em vinte anos dedicados aos Madredeus, esta é a primeira vez que Teresa Salgueiro embarca com mais regularidade nestes dois projectos, apesar de várias colaborações pontuais com outros artistas.
É uma nova aventura que conta com total apoio do grupo, sobretudo do seu fundador, Pedro Ayres Magalhães, que a impulsionou a avançar com o Ensemble Lusitânia e com o álbum «Você e Eu».
«A minha escola de música é o Madredeus e o que aprendi em termos musicais e como cantora de Lisboa ficará em todos os registos, mas também tinha vontade de aprender outras coisas», reconhece Teresa Salgueiro. «"É uma novidade e uma responsabilidade, mas sinto-me bem e muito bem acompanhada», resumiu.
“La Serena” em Sintra
Alvor de Sintra, 14 de Janeiro de 2007.... Sintra, Portugal
No dia 16 de Fevereiro, pelas 22:00, quem se deslocar ao Centro Cultural Olga Cadaval poderá assistir à estreia absoluta de Teresa Salgueiro & Lusitânia Ensemble. “La Serena”, uma sereia que parte da Península Ibérica e que vai viajando e ouvindo canções com que chama e encanta os marinheiros, dá o nome ao espectáculo.
Teresa Salgueiro, conhecida pelo grande público pela sua participação no grupo Madredeus, apresenta-se agora juntamente com Lusitânia Ensemble, fundado por Jorge Varrecoso, para mostrarem em estreia absoluta este novo projecto.
“La Serena” atravessa Portugal, Brasil, Itália, França, África, “numa viagem por uma série de canções escolhidas entre várias latitudes e pertencendo a várias épocas”.
Os preços variam entre os 15 e os 25 euros, havendo preços especiais para menores de 18 anos e maiores de 65 anos (entre 12,50 e 22,50 euros).
Teresa Salgueiro apresenta novo espectáculo em Fevereiro
Diário Digital, 14 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro vai apresentar o seu novo espectáculo «La Serena» no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, a 16 de Fevereiro às 22 horas.
Juntamente com o Lusitânia Ensemble, fundado por Jorge Varrecoso, atravessa Portugal, Brasil, Itália, França e África, numa viagem por uma série de canções escolhidas entre várias latitudes e pertencendo a várias épocas. O preço dos bilhetes varia entre os 15 e os 25 euros.
Teresa Salgueiro esgota concertos no Brasil
Rádio Comercial, 11 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro esgotou esta semana os quatro espectáculos de apresentação do novo álbum no Brasil.
O primeiro concerto realizou-se ontem no Golden Cross Jazz Club, em São Paulo, onde terão lugar mais três actuações.
O sucesso da vocalista dos Madredeus em terras de Vera Cruz resultou na marcação de mais dois espectáculos que acontecem no dia 19 e 21 deste mês, no mesmo espaço.
A artista faz-se acompanhar em palco pelos músicos brasileiros que participaram na gravação do seu segundo álbum a solo. Ainda sem título definido, o registo apresenta um conjunto de temas clássicos da música popular brasileira e da bossa nova interpretados por Teresa Salgueiro.
O álbum chega às lojas no início de Abril. por Nuno Príncipe
Teresa Salgueiro no Golden Cross Jazz Club
Sovaco de Cobra , 11 de Janeiro de 2007.... São Paulo , Brasil
Confirmando a sua paixão de infância pela música popular brasileira, a cantora portuguesa Teresa Salgueiro apresentou ontem, em São Paulo capital, uma prévia do show baseado no projeto de seu primeiro trabalho solo só com canções de compositores brasileiros.
O clima da casa Golden Cross Jazz Club, lotada, condizia com a produção propositalmente estilizada para a ambientação lúdica-musical alinhada ao repertório, como se regressássemos no tempo, prestes a assistir ao show de uma estrela dos nostálgicos cabarés do Rio capital federal e da era do rádio, acompanhada por um quinteto de formação camerística trivial (piano, baixo acústico, violão elétrico, sopros, bateria e músicos engravatados, como manda o figurino) além de duas crooners ao seu lado e um violoncelo - para as performances mais intimistas do show.
Devidamente personificada no pequeno palco, tal como uma autêntica estrela do rádio - reluzente num vestido dourado, combinando com pulseira e adereço idem em seu cabelo preso - Teresa Salgueiro encarnou de maneira inegável uma autêntica diva dessa época, através da gestualidade teatral de seus braços à la Carmen Miranda em Na Baixa do Sapateiro e nos hits caymmianos Samba da minha Terra, Saudade da Bahia e Maracangalha, em seus lépidos e ternos suspiros musicais dignos de um pássaro cantador como Elisinha Coelho na Valsa de uma cidade de Enricão e Ismael Netto, Pra machucar meu Coração de Ary Barroso e A banda de Chico Buarque e, finalmente, na visceralidade e melancolia dos vibratos que se aproximavam mais de uma Dalva de Oliveira do que dos fados, presentes nas bossa-novas Insesatez, Inútil Paisagem, Meditação e Estrada do Sol, entre outras.
Nem mesmo o seu sotaque, caracterizado literalmente como um charme estilístico dada a sutileza natural que lhe saía da boca, interferiu na composição dessa ambientação retrô. Quiçá fora previamente contido pelas imposições prosódicas inerentes às letras brasileiras - bem distintas do cancioneiro português. Fora isso, diante de seu evidente semblante de simpatia, simplicidade - a mesma simplicidade que a caracterizou em seu grupo de origem - e timidez, distantes daquela imagem de badalada diva internacional que lhe é conferida no cenário da world music atual, não havia, acredito eu, naquele show, ser humano que conseguisse escapar de seu encantamento.
Encantamento este que pegou todo mundo de calças curtas ao cantar a Valsinha de Chico e Vinícius, quando pesou toda a sua bagagem de vinte anos de vocalista de Madredeus na emoção transmitida ao encenar a música, e no bis, com a Modinha de Tom e Vinícius, onde sua tessitura de soprano e respiração precisa lhe permitia realizar belezas em suas intenções.
Diante disso, é lícito afirmar que as possibilidades musicais advindas da fusão entre a música brasileira e a voz de Teresa Salgueiro são muitas, deveras. Entretanto, pouco se viu disso no show de ontem, dada a previsibilidade de uma seleção de hits famosos de medalhões da MPB, repleta de lugares comuns que dez entre dez cantoras de jazz, indepedente da nacionalidade, sempre escolhem, e com arranjos igualmente previsíveis - não desmerecendo, entretanto, o talento e competência dos músicos que a acompanhavam.
Não há dúvidas de que haverá sim espaço - e muito interesse do público além de, é claro, interesse da EMI, dona de seu passe - para um trabalho como o da cantora portuguesa, pois inovação e originalidade sao características que não pesam muito quando se conhece o disco de um artista já conceituado.
Como o disco já está previsto para lançamento neste ano sem falta, tomemos a partir de agora emprestada um pouco da força da fé dos sebastianistas e fiquemos, assim, à espera de um trabalho condizente com a inovação e criatividade que sempre acompanharam a voz e o talento de Teresa Salgueiro, fazendo dela essa cantora ímpar que é hoje. Sem perder a esperança. por José Carlos Cipriano
Cantora está envolvida em outro projecto
Folha de São Paulo, 10 de Janeiro de 2007.... São Paulo, Brasil
Além da turnê de lançamento do álbum "Você e Eu", Teresa Salgueiro também fará apresentações com o grupo português Lusitânia, um quinteto de cordas, piano e percussão. Para esses concertos, ela selecionou um repertório composto em várias línguas. "São canções clássicas, que eu sempre gostei de cantar, em francês, em italiano, em inglês e em português", diz, comentando que nesses projetos sem o Madredeus pode desenvolver diferentes facetas em sua carreira de intérprete. "A vocação do Madredeus não é de fazer repertórios de outros autores nem de outros países, mas sim se dedicar à criação de seu próprio repertório."
Teresa Salgueiro estende sua temporada no Brasil
Mundo Lusíada, 10 de Janeiro de 2007.... São Paulo, Brasil
Em um trabalho solo, a vocalista da banda portuguesa Madredeus, Teresa Salgueiro estendeu sua temporada no Brasil para a realização de mais dois shows extras em São Paulo, nos dias 19 e 21 de janeiro. Uma das mais importantes vozes de Portugal, conhecida e admirada em todo o mundo, ela apresentou o seu mais novo trabalho solo, no Golden Cross Jazz Club entre 10 e 13 de janeiro, e em mais duas apresentações extras, trazendo para o público brasileiro um álbum somente com canções brasileiras.
Fã da música brasileira desde criança, a cantora conhece importantes autores, e se impôs o desafio de gravar um álbum com um repertório brasileiro. “Desde criança que gosto de ouvir o som da língua portuguesa na música brasileira e desde muito cedo admiro e sigo os seus intérpretes, autores e compositores” fala a cantora. Teresa Salgueiro gravou 22 standards do que há de melhor no cancioneiro popular, passando pela MPB e Bossa Nova. O projeto foi aprovado de imediato pelos diretores artísticos da gravadora, e tem o seu lançamento previsto para março de 2007, pela EMI de Portugal.
No repertório, músicas de Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Chico Buarque, Pixinguinha, Ary Barroso, Dorival Caymmi, Dolores Duran, Luiz Bonfá, Ismael Neto, Antonio Maria, Carlos Lyra, Henricão, entre outros. “Você e Eu”, de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes, a primeira canção brasileira que Teresa cantou num palco, é o nome escolhido para anunciar o trabalho. “Você e Eu simboliza, aqui, o encontro de uma cantora portuguesa com a música e os músicos brasileiros e a partilha, a comunicação através da música; mas acima de tudo, a consciência da nossa individualidade perante a individualidade do outro, a alegria do diálogo e a vontade de construção do encontro possível” diz Teresa.
Foi em janeiro de 2006 que a cantora chegou ao Brasil, para conhecer o pianista e arranjador João Cristal, o diretor musical do projeto. “O João foi-me ouvindo cantar, para saber qual a direção que poderia vir a ter o nosso trabalho. Fui lembrando as canções de que tanto gosto, visitando diferentes épocas e ritmos, passando pelo chorinho, o samba, o samba-canção, a bossa nova, guiada pela memória das melodias ou das palavras de autores” conta Teresa.
E em algumas horas, foram selecionadas mais de vinte canções de autores das décadas de 30 a 70, dum vasto repertório, descreve a cantora portuguesa. “Melodias que sempre me cativaram pela sua beleza e sofisticação, palavras que me encantam pelo poder das suas imagens e pela forma de evocar com tanta simplicidade, sempre próxima da linguagem popular, a poesia da saudade e do amor”.
Turnê Mundial
A partir de abril do próximo ano, Teresa deve começar uma turnê mundial com um show baseado no novo trabalho (algumas apresentações já estão agendadas). A temporada de apresentação no Golden Cross Jazz Club (antigo Tom Jazz) servirá como um ensaio para a montagem desse show musical. “Finalmente, vamos viver esta experiência pela primeira vez juntos em direto com o público, no palco do Tom Jazz. Estou muito grata ao João Cristal por me ter ensinado a cantar estas canções e espero sinceramente vir a partilhar esta alegria com muita gente. Estou feliz por querermo-nos continuar a encontrar, agora nos palcos, e por querermos ambos viajar com esta música” disse Teresa Salgueiro.
Além do apoio do pianista João Cristal, contará com a participação de outros músicos, inclusive nas apresentações no exterior, como Nailor Proveta (saxofone e clarinete), Marcos Paiva (baixo acústico), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria), Maria Diniz e Adriana Dré (backing-vocal).
Teresa Salgueiro canta clássicos da música brasileira em São Paulo
Showlivre.com, 10 de Janeiro de 2007.... São Paulo, Brasil
A cantora portuguesa Teresa Salgueiro apresentou-se nesta quarta-feira, 10, no Golden Cross Jazz Club (antigo-Tom Jazz), em São Paulo. Conhecida como a voz do grupo Madredeus, com quem trabalha há 20 anos, a artista trouxe ao Brasil sua pesquisa do cancioneiro nacional.
O show chamado "Você e Eu” – canção de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes - também dá nome ao segundo álbum solo da cantora. O repertório do disco, previsto para abril, trará composições das décadas de 30 e 70. Autores como Ary Barroso, Dorival Caymmi, Henricão, Rubens Campos, Chico Buarque, Tom Jobim, entre outros, farão parte do projeto.
Teresa Salgueiro faz primeiro show-solo no Brasil
Estadão, 10 de janeiro de 2007.... São Paulo, Brasil
O universo da bossa nova é o caminho que a vocalista do celebrado Madredeus escolheu para as apresentações que fará em São Paulo desta quarta a sábado
Grupo de raríssima originalidade, o Madredeus foi formado em meados dos anos 80 em Lisboa pelo compositor e violonista Pedro Ayres Magalhães após quase dez anos de intensas buscas. O que buscava Magalhães? Uma cantora, uma espécie de gema preciosa, também de rara originalidade, a voz que traduziria aquilo que ficou conhecido como "a trilha sonora da paisagem de Portugal".
Quando encontrou Teresa Salgueiro, cantora autodidata, em 1986, formou enfim o Madredeus, o grupo português que mais longe levou a canção daquele País - de Salvador da Bahia a Macau na China ou Tóquio, no Japão. "Ela é a nossa inspiração maior e também o nosso limite, pois uma música é escolhida ou abandonada dependendo do desejo de ela cantar ou não", disse Pedro Magalhães.
"Não somos um sucesso massivo, mas temos públicos fiéis em todo lugar", disse Teresa hoje, de volta ao Brasil - onde o grupo tocou pela primeira vez em 1991, no Teatro Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.
O mistério de Teresa Salgueiro é menos o de sua excelência do que o de sua formação - o que ouvia, o que pesquisou, o que detestou. Bom, uma coisa é certa: Teresa Salgueiro era uma garota lisboeta que também amava muito Gal, João Gilberto, Nara Leão, Elis Regina. Nesta quarta-feira, pela primeira vez sem o Madredeus, ela canta no Golden Cross Club, em São Paulo, esse fascínio pela MPB, com um repertório que inclui Tom, Vinícius, Chico, Pixinguinha, Ary Barroso, Dorival Caymmi e Dolores Duran, entre outros.
"A bossa nova é uma visita a um universo que admiro muito há muito tempo. Gosto muito também do chorinho, do samba-canção. É muito bom, como intérprete, poder aprender outra linguagem", diz nossa modesta Teresa.
Ao lado do pianista e arranjador João Cristal e músicos convidados por ele, ela ganhou confiança. "Acho que estou mais entusiasmada que nervosa. O nervosismo é o normal de uma estréia", diz. Teresa sempre cantarolou suas bossas. No Brasil, cantou em 1994, no palco do Municipal, Você e Eu, de Carlos Lyra e Vinícius. Um dia, Roberto Bruzalin, produtor da Banda Mantiqueira, ouviu Teresa cantar outras bossas e convidou-a para gravar um disco com o gênero. Sai em março.
Será a primeira vez que Teresa se afasta do mentor do Madredeus, aquele que a descobriu, Pedro Ayres. Mas é um afastamento falso: Pedro não só é o maior incentivador do projeto, como também está ajudando no que pode, já que o Madredeus está em "ano sabático", organizando o próprio legado.
Um senhor legado: o grupo fez trilha para "O Céu de Lisboa", filme de Wim Wenders, em 1994; no ano passado, apresentou a peça O Mar, com o Lisboa Ballet Contemporâneo, acompanhando ao vivo coreografia de Bemvindo Fonseca (ex-Balé Gulbenkian). Sua música foi remixada por luminares eletrônicos e gravaram com a Orquestra de Flandres, na Bélgica. Nunca abdicaram da inovação: "Essa é a vocação do grupo: uma espécie de oficina de criação de repertório", diz Teresa. por Jotabê Medeiros
Portuguesa Teresa Salgueiro canta clássicos da música popular brasileira
Folha de São Paulo, 9 de Janeiro de 2007.... São Paulo, Brasil
Cantora do grupo Madredeus estréia show amanhã no Golden Cross Jazz Club
Quando fez suas últimas apresentações no Brasil com o grupo Madredeus, em dezembro de 2005, a cantora portuguesa Teresa Salgueiro nem imaginava que, um mês depois, retornaria a São Paulo para pesquisar o repertório de um novo disco. Muito menos que gravaria, em maio passado, um álbum de clássicos da MPB, com músicos brasileiros.
"Esse era um sonho que eu tinha, mesmo não muito consciente", diz a intérprete, que estréia amanhã, no Golden Cross Jazz Club (ex-Tom Jazz), uma temporada de quatro noites com o show "Você e Eu". Esse é também o título de seu segundo álbum solo, que deve sair em abril pela gravadora EMI.
Para os fãs do Madredeus, do qual é vocalista há 20 anos, Teresa esclarece que os recentes boatos de dissolução do grupo são infundados. "Decidimos fazer um ano sabático, porque pensamos que a atividade do grupo tem que ser repensada.
São 15 anos de turnê mundial contínua", diz, lembrando que não é a primeira vez que o grupo suspende temporariamente suas apresentações.
"Isso também tem a ver com a mudança que houve na indústria musical. Tínhamos um grande apoio, em termos de receita com a venda dos nossos discos, que deixou de existir.
Somos um grupo independente, não temos subsídios. Além disso, todos os elementos do grupo têm interesse em fazer outros projetos", explica.
Teresa conta que dois "empurrões" foram essenciais para que gravasse um disco de música brasileira. O primeiro foi de Roberto Bruzadin, produtor da Banda Mantiqueira, que teve a idéia e sugeriu o nome do pianista João Cristal para escrever os arranjos. O empurrão definitivo partiu de Pedro Ayres Magalhães, integrante do Madredeus, que incentivou a parceira a realizar o projeto.
"Sempre tive uma grande paixão pela música brasileira, que eu ouço desde criança. Gosto de ouvir o som da língua portuguesa cantado assim", diz Teresa e cita Elis Regina, Gal Costa e Marisa Monte entre suas intérpretes favoritas. "A música brasileira é uma coisa incrível, um manancial imenso."
Memória
Teresa ainda não sabe se as 22 canções que gravou vão entrar no álbum, mas quer cantar todas nos shows desta semana. "Quase todas as músicas que eu escolhi têm a ver com a minha memória de infância. São canções com as quais eu estive sempre ligada", comenta a intérprete, cuja seleção abrange canções compostas entre as décadas de 30 e 70.
Nesse repertório, estão "Na Baixa do Sapateiro" (Ary Barroso), "Saudade da Bahia" (Dorival Caymmi), "Marambaia" (Henricão e Rubens Campos), "A Banda" (Chico Buarque), "Triste" (Tom Jobim) e, naturalmente, "Você e Eu" (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes).
"Essa canção é muito especial para mim, foi a primeira que cantei num palco", ressalta a cantora. "O nome do disco vai ser "Você e Eu", porque ele fala de uma relação entre duas culturas, neste caso, o encontro de uma cantora portuguesa com a música brasileira."
No palco, Teresa terá a seu lado João Cristal (piano), Nailor Proveta (sax e clarinete), Marcos Paiva (baixo acústico), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria), Maria Diniz e Adriana Dré (vocais). Essa mesma banda deve acompanhá-la na turnê internacional de lançamento do álbum.
"É um luxo estar no Brasil e cantar as palavras do Vinicius, do Chico Buarque, do Dorival Caymmi, além de estar acompanhada por Proveta, João Cristal e esses músicos", derrete-se a intérprete portuguesa.
Nas gravações, Teresa tentou se aproximar ao máximo do sotaque brasileiro, mas acha que não deve se preocupar muito com eventuais escorregadelas.
"Não posso tentar ser quem eu não sou. Sempre serei uma visita em relação à música brasileira", conclui. por Carlos Calado
Portugal - Brasil
Jornal O Povo, 9 de Janeiro de 2007.... Fortaleza, Brasil
Em período de folga do grupo português Madredeus, a cantante Teresa Salgueiro se voltou para a música brasileira com o objetivo de fazer seu segundo trabalho solo. Ela está em temporada em São Paulo mostrando este show, acompanhada de músicos brasileiros. O disco está em fase de finalização, se chama Você e eu e deve ser lançado em abril. Da pesquisa, ela reuniu 22 músicas que foram gravadas, mas ainda não sabe se todas entrarão no CD. No repertório estão clássicos brasileiros como Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso), Marambaia (Henricão e Rubens Campos), Saudades da Bahia (Dorival Caymmi), Triste (Tom Jobim), A Banda (Chico Buarque) e, claro, Você e eu (Carlos Lyra e Vinícius de Moraes).
Teresa Salgueiro prepara álbum a solo no Brasil
Jornal da Madeira , 9 de Janeiro de 2007.... Funchal, Portugal
Teresa Salgueiro deverá editar um novo trabalho de originais até Abril. De acordo com a agência Lusa, o segundo álbum da artista em nome próprio, ainda sem título definido, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais a voz dos Madredeus interpretou clássicos da música popular brasileira e da bossa nova. O novo registo da cantora sucede a "Obrigado" (2005), que reúne temas gravados em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro e António Chaínho. O lançamento do novo disco a solo coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006.
Teresa Salgueiro prepara álbum a solo
O Primeiro de Janeiro, 6 de Janeiro de 2007.... Porto, Portugal
A voz dos Madredeus, Teresa Salgueiro, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa nova e na música popular brasileira (MPB) e que antecipam o álbum a solo que deverá editar até Abril.
O álbum a solo que Teresa Salgueiro está a preparar, ainda sem título, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais a conhecida voz dos Madredeus cantará clássicos da MPB e da bossa nova, adiantou à Agencia Lusa fonte da editora EMI Portugal.
Na quarta-feira e no sábado, dias 10 e 13, Teresa Salgueiro actuará no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou.
O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e irá cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
Em palco, a cantora estará acompanhada pelos músicos João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e as vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
O lançamento do álbum de Teresa Salgueiro coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este registo dedicado à música brasileira, género que a cantora disse sempre apreciar, a par de «standards» de jazz, por exemplo, será o segundo álbum a solo de Teresa Salgueiro.
«Obrigado», editado em 2005, reúne temas dispersos que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e António Chaínho.
Teresa Salgueiro integra os Madredeus desde a fundação, na década de 1980, depois de ter sido descoberta por Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, ex-membros da banda, quando cantava um fado no Bairro Alto.
Desde então é a cara e a voz carismática e invulgar dos Madredeus, para quem Pedro Ayres Magalhães e os restantes músicos compuseram todas as músicas.
Teresa Salgueiro canta bossa-nova
Jornal de Notícias, 6 de Janeiro de 2007.... Porto, Portugal
Teresa Salgueiro, a voz dos Madredeus, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa-nova e na música popular brasileira que antecipam o álbum a solo que deverá editar até Abril.
O novo trabalho, ainda sem título, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais Teresa Salgueiro cantará "clássicos" daqueles dois estilos, adiantou à Lusa fonte da editora EMI Portugal.
Entre os dias 10 e 13, Teresa Salgueiro actuará no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou. O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e irá cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
Em palco, a cantora estará acompanhada pelos músicos João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e pelas vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
O lançamento do álbum coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado em 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este será o segundo trabalho a solo de Teresa Salgueiro. "Obrigado", editado em 2005, reúne temas dispersos que foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e António Chaínho.
Teresa Salgueiro prepara álbum a solo
Rádio Comercial, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro deve editar um novo trabalho de originais até Abril.
De acordo com a Agência Lusa, o segundo álbum da artista em nome próprio, ainda sem título definido, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais a voz dos Madredeus interpretou clássicos da música popular brasileira e da bossa nova.
O novo registo da cantora sucede a "Obrigado" (2005), que reúne temas gravados em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e António Chaínho.
O lançamento do novo disco a solo coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006.
De referir que Teresa Salgueiro actua no Brasil na próxima semana, em quatro concertos. Entre os dias 10 e 13 de Janeiro, a artista vai subir ao espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns temas novos.
Voz dos Madredeus canta bossa nova no Brasil e prepara álbum a solo
Sic, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
A voz dos Madredeus, Teresa Salgueiro, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa nova e na música popular brasileira (MPB) e que antecipam o álbum a solo que deverá editar até Abril.
O álbum, ainda sem título, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais Teresa Salgueiro cantará "clássicos" da MPB e da bossa nova, adiantou hoje fonte da editora EMI Portugal.
Entre os dias 10 e 13 de Janeiro, Teresa Salgueiro actuará no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou. O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e irá cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de M oraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
Em palco, a cantora estará acompanhada pelos músicos João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e as vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
O lançamento do álbum de Teresa Salgueiro coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este registo dedicado à música brasileira, género que a cantora disse sempre apreciar, a par de "standards" de jazz, por exemplo, será o segundo álbum a solo de Teresa Salgueiro. Obrigado", editado em 2005, reúne temas dispersos que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuez e António Chaínho.
Teresa Salgueiro integra os Madredeus desde a fundação, na década de 1980, depois de ter sido descoberta por Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, ex-membros da banda, quando cantava fado no Bairro Alto. Desde então é a cara e a voz carismática e invulgar dos Madredeus, para quem Pedro Ayres Magalhães e os restantes músicos compuseram todas as músicas.
Teresa Salgueiro «canta» autores brasileiros
Portugal Diário, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
A cantora portuguesa vai ao Brasil e promete dar boa música ao público brasileiro
A vocalista dos Madredeus, Teresa Salgueiro, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa nova e na música popular brasileira (MPB) e que antecipam o álbum a solo que deverá editar antes de Abril.
Ainda sem título, o álbum foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais Teresa Salgueiro cantará "clássicos" da MPB e da bossa nova, adiantou hoje à Agencia Lusa fonte da editora EMI Portugal.
Entre os dias 10 e 13 de Janeiro, Teresa Salgueiro vai actuar no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou.
O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e vai cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
O lançamento do álbum de Teresa Salgueiro coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este registo dedicado à música brasileira, género que a cantora disse sempre apreciar, a par de "standards" de jazz, por exemplo, será o segundo álbum a solo de Teresa Salgueiro.
"Obrigado", editado em 2005, reúne vários temas que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como Caetano Veloso, Zeca Baleiro e António Chaínho.
Teresa Salgueiro prepara álbum a solo
Diário Digital, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
A voz dos Madredeus, Teresa Salgueiro, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa nova e na música popular brasileira (MPB) e que antecipam o álbum a solo que deverá editar até Abril.
O álbum, ainda sem título, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais Teresa Salgueiro cantará «clássicos» da MPB e da bossa nova, adiantou hoje à Agencia Lusa fonte da editora EMI Portugal.
Entre os dias 10 e 13 de Janeiro, Teresa Salgueiro actuará no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou.
O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e irá cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
Em palco, a cantora estará acompanhada pelos músicos João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e as vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
O lançamento do álbum de Teresa Salgueiro coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este registo dedicado à música brasileira, género que a cantora disse sempre apreciar, a par de «standards» de jazz, por exemplo, será o segundo álbum a solo de Teresa Salgueiro. «Obrigado», editado em 2005, reúne temas dispersos que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e António Chaínho
Teresa Salgueiro canta bossa nova no Brasil e prepara álbum a solo
Sol, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
A voz dos Madredeus, Teresa Salgueiro, vai actuar no Brasil na próxima semana, em quatro concertos centrados na bossa nova e na música popular brasileira (MPB) e que antecipam o álbum a solo que deverá editar até Abril
O álbum, ainda sem título, foi gravado em 2006 com músicos brasileiros, com os quais Teresa Salgueiro cantará «clássicos» da MPB e da bossa nova, adiantou hoje à Agencia Lusa fonte da editora EMI Portugal.
Entre os dias 10 e 13 de Janeiro, Teresa Salgueiro actuará no espaço Tom Jazz, em São Paulo, onde interpretará alguns dos temas que já gravou. O site oficial do Tom Jazz indica que Teresa Salgueiro gravou 22 temas clássicos brasileiros e irá cantar ao vivo autores como Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso e Carlos Lyra.
Em palco, a cantora estará acompanhada pelos músicos João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e as vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
O lançamento do álbum de Teresa Salgueiro coincide com o ano sabático dos Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projecto e permitir que cada músico se dedique também a projectos pessoais.
Este registo dedicado à música brasileira, género que a cantora disse sempre apreciar, a par de «standards» de jazz, por exemplo, será o segundo álbum a solo de Teresa Salgueiro.
Obrigado, editado em 2005, reúne temas dispersos que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Velos o, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e António Chaínho.
Teresa Salgueiro integra os Madredeus desde a fundação, na década de 1980, depois de ter sido descoberta por Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, ex-membros da banda, quando cantava um fado no Bairro Alto.
Desde então é a cara e a voz carismática e invulgar dos Madredeus, para quem Pedro Ayres Magalhães e os restantes músicos compuseram todas as músicas.
Vocalista do Madredeus faz 4 shows em SP na próxima semana
Lusa, 5 de Janeiro de 2007.... Lisboa, Portugal
Teresa Salgueiro, vocalista da banda portuguesa Madredeus, vai apresentar na próxima semana no Tom Jazz, em São Paulo, quatro espetáculos centrados na bossa nova e na MPB.
Entre os dias 10 e 13, a cantora interpretará composições de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Dorival Caymmi, Ary Barroso, Carlos Lyra, entre outros, em apresentações que antecipam o álbum solo que deverá ser lançado até abril.
Nas apresentações na capital paulista, Teresa Salgueiro estará acompanhada por João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone), Marcos Paiva (baixo), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria) e as vozes de Maria Diniz e Adriana Dré.
Ainda sem título, o CD da intérprete lusa foi gravado em 2006 com artistas do Brasil, com os quais Teresa Salgueiro canta clássicos da música brasileira, adiantou nesta sexta-feira à Agencia Lusa fonte da editora EMI Portugal.
O lançamento do álbum da cantora portuguesa coincide com o ano sabático do Madredeus, anunciado no final de 2006, para a banda descansar, repensar o projeto e permitir que cada músico se dedique a projetos pessoais.
Este registro dedicado à música brasileira, que a intérprete disse sempre apreciar, será o segundo álbum solo de Teresa Salgueiro.
"Obrigado", lançado em 2005, reúne temas dispersos que Teresa Salgueiro foi gravando em parceria com vários artistas, como José Carreras, Caetano Veloso, Zeca Baleiro, Carlos Nuñez e Antônio Chaínho.
Teresa Salgueiro integra o Madredeus desde a fundação, na década de 1980, depois de ter sido descoberta por Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, ex-membros da banda, quando cantava um fado.
Teresa Salgueiro, dos Madredeus, canta em São Paulo
Portugal Digital, 23 de Dezembro de 2006.... Brasília, Brasil
São Paulo - Teresa Salgueiro, a cantora do grupo português Madredeus, dará quatro espetáculos em São Paulo, de 10 a 13 de janeiro, no Golden Cross Jazz Club, na Avenida Angélica.
Segundo os promotores, Teresa Salgueiro irá interpretar 22 standards da MPB e da Bossa Nova, com canções de Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Chico Buarque, Pixinguinha e Dorival Caymmi, entre outros.
A cantora vai gravar um CD com músicas de autores brasileiros, que será lançado em março de 2007 pela EMI de Portugal e iniciar, em abril, uma turnê mundial com um show baseado nesse trabalho.
No Golden Cross Jazz Club, Teresa Salgueiro será acompanhada por João Cristal (piano), Nailor Proveta (saxofone e clarinete), Marcos Paiva (baixo acústico), Paulo Dafilin (violão), Daniel de Paula (bateria), Maria Diniz e Adriana Dré (backing-vocal). |

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Síntese de notícias:
Teresa Salgueiro sai dos Madredeus para dedicar-se em exclusivo à sua carreira a solo.
Teresa Salgueiro leva "Você e Eu" ao México, toda a informação no site Teresa Salgueiro Mexico.
"La Serena" entrou directamente para a segunda posição na tabela de discos mais vendidos em Portugal tendo já atingido o galardão de Disco de Ouro.
O novo disco de Teresa Salgueiro intitula-se "La Serena" e é lançado pela Farol Música a 22 de Outubro.
O compositor polaco Zbigniew Preisner convidou Teresa Salgueiro a participar no seu próximo disco intitulado "Silent, Night and Dreams", o novo trabalho de Preisner é editado no mês de Novembro pela EMI Classics
Próximas apresentações de "Você e Eu" em Portugal acontecem em Évora a 24 de Julho e na Póvoa de Varzim a 26 de Julho.
Teresa Salgueiro estreia em Portugal a 30 de Junho de 2007 o espectáculo "Você e Eu" actuando em Oeiras no Cool Jazz Fest.
O novo disco de Teresa Salgueiro "Você e Eu" estreou-se na 11ª posição da tabela de vendas de discos em Portugal.
"Você e Eu", álbum a solo de Teresa Salgueiro foi editado em Portugal a 28 de Março de 2007 pela EMI Music Portugal, a edição deste álbum de clássicos da Música Popular Brasileira (MPB) e da Bossa Nova já está confirmada em mais de 16 de países.
Para além dos concertos de apresentação de “Você e Eu” totalmente dedicados à música brasileira, Teresa Salgueiro apresentar-se-á ao vivo com um outro espectáculo sob o título de “La Serena” em que se fará acompanhar pelo Lusitânia Ensemble
Nos espectáculos “La Serena” Teresa Salgueiro interpretará canções de várias épocas numa viagem musical por Portugal, Brasil, França, Itália e África
O primeiro concerto de “La Serena” acontece já no dia 16 de Fevereiro no Centro Cultural Olga Cadaval em Sintra
O Golden Cross Jazz Club de São Paulo, Brasil, anunciou duas apresentações extra de Teresa Salgueiro nos dias 19 e 21 de Janeiro
"Você e Eu" será o título do próximo álbum de Teresa Salgueiro a editar pela EMI Music Portugal entre Março e Abril de 2007
Teresa Salgueiro gravou em 2006 um total de 22 canções todas elas clássicos da bossa nova e MPB
Das 22 canções gravadas por Teresa Salgueiro e que poderão ou não fazer parte do seu próximo álbum encontram-se:
"Você e Eu"de Carlos Lyra e Vinícius de Moraes
"Na Baixa do Sapateiro" de Ary Barroso
"Saudade da Bahia" de Dorival Caymmi
"Marambaia" de Henricão e Rubens Campos
"A Banda" de Chico Buarque
"Triste" de Tom Jobim
Teresa Salgueiro iniciará em Abril uma tournée mundial onde apresentará as canções de “Você e Eu” acompanhada pelos músicos:
João Cristal (piano)
Nailor Proveta (saxofone e clarinete)
Marcos Paiva (baixo acústico)
Paulo Dafilin (violão)
Daniel de Paula (bateria)
Maria Diniz e Adriana Dré (backing-vocals)
As primeiras apresentações ao vivo acontecem já no início de Janeiro, em São Paulo, nos dias 10, 11, 12 e 13 no Golden Cross Jazz Club
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